Sinopse: Benjamin Mee (Matt Damon) é um homem que, ao lado de sua família, encontra uma bela casa no interior, mas é surpreendido ao descobrir que o lugar é um zoológico abandonado. Assim, ele aceita o desafio e compra a casa, na esperança de restaurar a antiga glória do local.
O filme baseado em uma história real apresenta Benjamin um pai solteiro que vive uma incrível história de superação. Após a morte da esposa Benjamin e seus filhos mudam-se para o interior da Califórnia para renovar e reinaugurar um zoológico em decadência. Sem nenhuma experiência prévia a família verá seus valores transformados pelo convívio com os animais do zoológico em uma experiência inebriante para toda família.
Filme espetacular que vi por um acaso. Queria muito vê-lo por se tratar de "baseado em uma história real" e outra é com animais. O filme é sensacional, bem bolado, bem apresentado, sem apelo, sem vazios e sem delongas.
Segue rápido e tocante como realmente é a proposta do filme. Os diálogos são incríveis e dá pra ficar anotando tudo pra ser usado via twitter, ou para os mais sábios decoram para uma cena própria. Seguindo o embalo de clichês americanizados, este longa não nos dá nada além do que já sabemos, o cara na pior, com a família na pior, vai para um lugar pior e conseguer vencer na vida e junto se une a família. OK. Mas a forma que ele nos passa tudo isso é surpreendente, impossível não se envolver com os caricatos personagens que nos roubam risos e lágrimas sem qualquer esforço.
A trilha sonora é super foda, nos faz arrepiar e choramingar muito em algumas cenas. Fora que as risadas vão soltas com coisas mínimas. O longa é simples. Por ser tão simples e virtuoso ele se glorifica com uma nota 10, pelo enredo, personagens, trilha, câmera e iluminação, sem falar no incrível roteiro.
We Bought a Zoo é deveras intrigante na óptica psicológica, tem milhões de ensinamentos e reflexões. Um filme para se assistir várias vezes e ficar ali na estante para ser emprestado só por ser tão bom.
Nota 10.
P.S.: O filme é tão mais incrível no final, pessornalísticamente pelo ultimo diálogo, que me fez amar mais ainda. Amar sempre.
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