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segunda-feira, 26 de março de 2012

True History


 Estado de coma. 

 As ideias pararam e junto toda a sua complexidade. Havia sentido outrora, mas hoje não há qualquer razão para continuar os relatos por mim adquiridos. Pode até ser injusto com algumas pessoas, porém em se tratando de conjecturação abstrata dos fatos a serem apreciados, é de glória própria toda sua estruturação. E por isso, não mais me disponho para sua codificação, ou seja, ficamos com o atual e possivelmente não haverá mais outros.
 Juntar todo o apanhado de sequencial história que fora me passado não é tarefa fácil, lembrando que toda essa crônica se prolonga por, já, 4 anos, sem nenhum tipo de controle ou ajuda externa. Tarefa árdua de complexidade de forma e espaço, sendo que em um tem todo o sentimento de responsabilidade e coerência textual e o outro vem em diversos diagramas, pautas, ensaios e verbetes perpendicularizados em todo o lugar.

 O staffar (se é que existe essa palavra) mental é extremo.

 Cronologicamente instável é a ideia de criatividade. Tão difícil suportar o fato de não ter o insite, é suportar o mundo real fora da mente criativa, que muito não ajuda quando se tem uma vida conturbada e dificultosa. Além do mais, ter em mente uma memória de um conto sem esquecê-lo pode ser refrescantemente aterrorizante, pois não se trata de um adicional próprio, mas sim de experiências que são repassadas.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Start Over


 E as crônicas recomeçaram e agora é pra valer! 

Tudo será mensalmente registrado e revisado pela banca examinadora de Valsai, e compilado eletronicamente. Todos os manuscritos serão readquiridos em uma aventura para o desconhecido, pois Deus sabe lá onde anda minhas escritas.
 Quem quiser um exemplar das Crônicas de McAllisten é só mandar o endereço completo pro meu email, ou pelo Facebook mesmo, que eu mando as obras pelos correios. Faz se mister que o andamento do projeto pode ser compassado, vagaroso e trabalhoso e como passará por análise, alguns capítulos podem demorar para sair impresso, porém assim que tiver Ok eu envio.
 Agradecendo mais uma vez a todos aqueles que se fizeram presente e me deram forças para continuar, digo-lhes: Esta obra está mais fantástica que tudo que eu já li. E não é porque eu escrevi, mas porque são baseados em fatos reais. Agradeço também aos narradores e grandes amigos, como o ilustre Sr. Edmond que me ajudou com a negociação com a universidade de Valsai em aderir o meu projeto à grade de isolamento literário de probabilidades aplicadas à juventude antissocial.

 Os capítulos sairão sempre na terceira sexta-feira do mês, podendo ser atrasado por alguns dias por caso fortuito ou de força maior, mas serão avisados com antecedência para que não ocorra expectativa em vão. Só serão enviadas apenas uma cópia de cada capítulo, depois disso apenas quando o bloco de capítulos acabar.
 Cada bloco terá 5 (cinco) capítulos, e poderá ser adquirido também impresso ou eletronicamente.
 Os capítulos serão divididos por assuntos, personagens ou situações. Não tendo paginação exata, nem quantidade de folhas pré estabelecida.

 Espero que vocês se divirtam com essa avassaladora história, para quem não lembra é só dar uma espiada na tag logo abaixo e ver se algo te agrada. Lembro que eu fiz uma sinopse, mas enfim aguardo contato.

Askitrughhe!  (Até breve!)  




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Isto é Drama!?

 
 Após noites em claro, decidi recuperar o tempo perdido. Coloquei uma playlist antiga para tocar, busquei por papéis e um caneta confortável e chorei. Chorei aquilo que engulira por um ano inteiro, todas as lágrimas correram superfície a fora sem esforço algum. Marcado de sal estava os borrões de uma estória que se formara de um pensamento trágico: "Se eu morresse agora, quantas pessoas iriam ao meu enterro?"
 Não disse que era uma coisa racional, porém todo escritor tem seus bons e maus momentos. Ainda espero pelos bons, e sempre utilizo os maus de inspiração para as criações das crônicas e ensaios. Este é o meu primeiro texto de cunho dramático, todos os outros são ficção de fantasia ou horror.
 Ao escrever qualquer coisa sempre imagino os personagens como atores e suas personalidades como os dos amigos que eu convivo. O real e o místico é fácil de se correlacionar em linhas horizontais, por isso eu temo por não conseguir transdormar am inha ideia em convicção de drama ou uma novela.

 Sinopse:

Larissa Cavalcante está muito contente com seu casamanto, planejado às vesperas de seu aniversário de namoro com Sandro de Oliveira. As famílias se preparam para a festa mais aguardada do ano, os amigos íntimos planejam as festas típicas de pré-casamento e os amigos do trabalho preparam surpresas para o casal mais apaixonado da Corporação Felix Texeira. O casamento será em alguns dias e nada pode sair errado.

domingo, 10 de abril de 2011

Fim do Início


Meus caros, hoje cedo tive um pico de criatividade e resultou uma dúvida muito cruel. Certo que as minhas crônicas seriam 3 livros, lembram? Que estavam em fase de revisão e tudo mais, porém ao continuar com o terceiro e ultimo da saga de Mercúrio, fiquei de frente com um hipótese muito improvável, a de eu não terminar a história por aqui.
Ao já saber de fato o fim deste livro, faltando só juntar umas peças e dar uns nós, criou-se a hipótese de explorar ainda mais o universo paralelo do (im)possível, agora não sei se dará certo como planejo, nem sei se terei outro momento criativo, afinal é de momentos que escrevo e reviso minhas escritas. Se tudo continuar fluindo desse jeito, vamos ver onde vai parar. 
Detesto matar personagens, detesto criar ambientações, detesto deixar as coisas sem sentido. Lost é o erro pra mim. Por isso escrevo de uma forma (des)conexa, onde tudo se (des)encaixa, tudo é possível e te deixa dizendo várias vezes "mas como?", "por quê?", "não acredito!".
Só digo uma coisa, por mais que eu não tente, eu supero todos os clichês, criei algo improvável e um universo de dúvidas sobre casos e fatos, nunca li algo tão incrível quanto minha própria história. J.K ROWLING, vou deixar seu Harry Potter no chinelo, ou melhor, nas Havaianas. 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Segundo Livro Pronto!

Nada como escrever um bom livro, não querendo me gabar mas já fazendo. Este meu segundo livro é uma obra-prima. Me superei. Segue abaixo um trecho:

Ele seguiu correndo por entre as arvores, e os dois acompanhantes o seguiam. Passaram por vários tipos de arvores e insetos. Luciana não sabia quem ou o quê eles procuravam, mas era muito rápido. Ela esbarrou em Edgar que parou de correr de repente, e estranhou:

-O que foi?

Edgar olhava fixamente para Baltazar, na expectativa de um ataque. Baltazar já sabia o que estava caçando. Baltazar estava a poucos metros deles, na beira de uma nascente, novamente em transe, como se captasse um sinal. Ele levantara a mão suavemente para frente, como se fosse apontar para alguém.

-Achei! Disse ele.

Edgar sorriu e apressou-se a travessia do rio, mas Baltazar continuava estático. Luciana não compreendia ainda o que ocorrera, mas ofegante foi até Baltazar e indagou:

-O que encontramos afinal?

Antes que ela pudesse ouvir a resposta, um barulho ensurdecedor foi a ultima coisa que ela ouvira, Luciana viu Edgar ser arremessado violentamente contra as árvores, Luciana teve um único reflexo puxar Baltazar para o chão.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Um trecho do primeiro livro:


O cheiro de morte era tão forte naquele lugar que a acordara. A dor de seu corpo era tão grande quanto seu desespero. Sem entender ela gritava. Pensava em tudo, desde como ela tinha chegado ali até quem eram aquelas outras pessoas. Clara apenas via a silhueta dos corpos que habitavam aquele lugar e em desespero chorava. Passado algum tempo, Clara voltava a se acalmar, mas não conseguia ignorar sua dor, sentia-se como se algo tivesse a atropelado

-Tenho que sair daqui. Pensou ela.

Ela passou o olhar em tudo e infinitamente desejou não está ali. Aquele cheiro que vinha de outras galerias a deixava tonta, o podre vinha de todos os cantos, das paredes asquerosas, corpos putreficados e da sua própria roupa.

Tentando se erguer, sentiu sua perna doer e através das frestas de luz que vinha de cima daquele esgoto, viu sua roupa ensangüentada. Ela chorava.

- Faz muito tempo que não sinto isso. Sussurrou uma voz aguda no fim da galeria.

- Me ajude. Soluçava Clara.

Não sabia ao certo se era alguém que falara a pouco ou apenas coisa de sua cabeça.

-Um cheiro tão doce, nossa! Exclamou ele.

O sussurro tornava-se cada vez mais alto e deixava a jovem Clara muito mais nervosa.

-Por favor senhor, estou muito machucada, chame uma ambulância. Ela tentara ficar de pé enquanto suplicava ajuda.

-Isso é cheiro de Inocência. Extasiava-se.

A jovem já não acreditava nas palavras daquele que acreditara ser um mendigo. Já não pensava em nada a não ser fugir, mesmo com sua perna aparentemente quebrada, ela se esforçava ao máximo, manter-se viva.

Ouviu-se um barulho de tiros e tudo parou. O silêncio era ensurdecedor. A única coisa que quebrava aquele silêncio era a respiração dos dois seres daquele recinto e o pulsar do coração de Clara.

Clara ouvia seu coração bater e dava a ela mais desespero, a adrenalina pulsava em suas veias, e mais rápido seu coração ficava. Ela observava aquela sombra nas paredes, em forma de animal vindo sorrateiramente em sua direção. A cada passo que ele dava era um passo para morte.

Ela tomou forças e buscou uma saída. Começou a tentar subir a suja escada as suas costas, sua única alternativa. O rato gigante que a caçava passava por todos os outros corpos, ou só pedaço destes. Ele queria aproveitar aquele momento, pois adorava definhar suas vítimas. Clara subia com toda sua vida em jogo, pouco a pouco foi subindo e gritando de dor, ela sentia seu pé se estraçalhar.

-Não adianta. Ninguém pode escutar você aqui. Sorriu este que começava, na penumbra, a tomar forma de humano.

Meu livro.

Finalmente eu terminei de escrever meu livro, intitulado primordialmente de: As Crônicas de McAllisten.
Sei que as pessoas não estão aguardando minha publicação, muito menos ele vai se tornar um BestSeller, mas por algumas horas vocês meus amigos, poderão cair no mundo cheio de mistérios e humor nessa grande aventura. Uma sinopse do primeiro livro já que por enquanto só tenho histórias para 3, é a seguinte:

Uma jovem estagiária de um grande jornal, Clara, é chamada para cobrir um misterioso assassinato. Isso seria de fato muito simples de fazer, pensava ela, mas o único problema era que ninguém sabia sobre aquele crime. Não só nessa jornada para o impossível, Clara, junto a Luciana, sua amiga de infância, e Fernando seu quase-namorado, eles enfrentam situações deveras inusitadas e conhecem um mundo totalmente novo. O mundo real.

De início vocês podem pensar que é mais um romance/polical clichê, concordo. Mas apenas concordo se eu retirar da história, seres místicos como dríades, vampiros ou até mesmo bruxas. Com um toque de conspiração, levo Clara a conhecer o mundo real, onde habita todas e mais algumas criaturas que pensamos serem apenas fantasia, mas que convivem conosco o tempo todo. Seria o bastante todas essa confusão se não fosse o lado "REAL" dessa história.
Sim, meus caros, neste meio tempo vocês podem acompanhar Alyah, que assim como Clara, investida um assassinato, mas do lado Real a cigana adolescente mostra que nem tudo aquilo é realmente o que vemos.

Baseado em fatos [quase] reais, essa historia em tempo [quase] real, vai fazer você [quase] morrer de ansiedade para saber tudo o que se passar nos 2 momentos simultaneamente e, por vezes, entrelaçados como um só. Espero que gostem da narrativa e expressão textual.


Quem quiser um exemplar, é só me pedir! Ah, também tem trilha sonora viu.

Apenas o céu

Foto por @sanamaru O amargo remédio se espreme goela abaixo, a saliva seca e o gosto de rancor perdura por horas. Em vez de fazer dormir ele...