MoonLight


      O mês de setembro fora o mais incrível deste ano que o logo acabará. Se o mundo vai-se junto ou não, já não me é duvidado, muito embora a crença de perpetuação seja considerada. Adormecer por exatos trinta dias de imersão foi de fato espetacular, pena que não se possa fazer isso mais que duas vezes ao ano, pois tornar-se desastroso em demasia.
      O ciclo findou-se em necessário luar, começou com ele e terminou no mesmo, imenso, virtuoso e feliz. Ao encontrar em nós a felicidade duradoura, permanece fincado em nossa face o sorriso que abranda qualquer problema, trespassando assim todas as barreiras da timidez, volúpia, descrença e inimizade. A alegria continua faz brilhar os olhos, tonalizando o opaco e perfazendo os minimalistas traços de obliquidade terna. 
     Agradeço por este mês como nunca antes, de realizações íntimas, externas, passadas e futuras. Sensato ou não, desligar-se por um tempo de atribuições não-próprias corroboraram em um novo pensar. Absorver perspectivas e novos valores fizeram-me perceber o quão o universo é inconstantemente previsível, sendo de todo o gênero supérfluo e pouco palpável aos olhos da realidade projetiva. Desordenado e compulsório é o entender de todo o estupefato envoltório de circunstância que as pessoas mascaram para valorizar o vácuo e difuso íntimo que tendem a performance em agradáveis conversas e atos que não condizem com a real mentalidade.
     Sob o luar e nada mais do que amistosos momentos concluiu-se em grandes risadas e abraços o mês que mas temem os sadistas, o pós randômico agosto dos Etruscos e Fenriz, que muito bagunçam nossas vidas justamente na "metade" do ano, na época das férias estudantis e inverno chuvoso. Por fim se esvaiu-se em memórias felizes Setembro.

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