(L)


 Me mandaram um hotmail ontem, perguntando se eu estava apaixonado, pois há muita "emoção" em umas postagens anteriores. Só pra esclarecer, decidi postar sobre minha parte congelada [amor e romantismo] pois tive uma grande, mas grande mesmo, inspiração e apoio. Ahhh, então quer dizer que é verdade?!
Então Bial, não posso dizer nem que sim, nem que não. Não por querer esconder alguma coisa, mas por não saber exatamente onde eu estou. (Ótimo, não entendi nada, Fireman sempre é complexo  u.u')
 Na trama dessa história escondem vários personagem íntimos, mas o foco central não são os personagens mas sim a verdadeira matrona de tudo. A romanticidade. Que como eu gosto de chamar de romanticídio (romantismo melancólico).

De certo modo, meu Eu poeta que é ligado extremamente aos fatos e obstáculos do coração, se vê cada vez mais ativo, de todas as formas possíveis. Espero apenas ter a oportunidade de re-acender este meu mínimo prazer e ele continuar vigorando.
É interessante quantas pessoas se pegam com o olhar de bobo só porque está apaixonado, são pessoas comuns, pessoas com instinto literário vêem poemas e poesias a cada passo que dá, não precisando morrer de amor para sentir esse detalhe romântico. O interessante também, é o quão as pessoas se identificam com algumas citações e situações a qual recorro para contar uns fatos da minha simples vida. Parece que vivemos um novela que é particularmente igual, mas com pontos e personagens diferentes, mas no fim tudo dá na mesma.

O amor ou a paixão são causas irracionais. Quem diz que faz as coisas pela razão é mentira. Quando os sintomas desses dois parasitas começam a atacar, é quase avassalador. Todo o universo se torna possível, e cada centímetro longe da pessoa amada se torna quilômetros de saudades. Ainda bem que a tecnologia ajuda na boa parte da saudade, temos então o celular ou telefone convencional, a internet (msn/orkut/facebook/twitter) e as velhas cartas de amor (que eu #dousupervalor).

Não se compara conversar olho no olho com uma vídeo chamada do msn, mas em tempos malucos onde não se tem tempo pra nada, é uma boa saída. Tal como ligar pra outra pessoa só pra ouvir a voz dela dizendo "Boa Noite" não se compara a ouvi-la sussurrando ao pé do ouvido. 

O físico pode não ter comparação, mas nem sempre é opção. Contentar com o que temos é o sacrifício maior para um relacionamento de agendas diferentes ou de vontades intrigantes. O que vale no fim é o quanto você se permite fazer, ou se permite sentir, para ficar com o seu amado. A máxima de "Dois só fazem quando os dois querem" se encaixa em todas as situações, e nesta, apenas o fato dos dois quererem se encontrar, tenho certeza que farão de um tudo para isso, criarão planos mirabolantes, sacrificarão noite com amigos, ou estes serão cúmplices, só para ter novamente um breve ou longo beijo de quem se ama.

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