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Vermelho como o esmalte que ela gosta.

Vejo o suor escorrer vagarosamente, como lava de um vulcão em erupção. Ela se demora e se derrama como se reclamasse aquele território para ele. Suor. É isso o que eu vejo nas manhãs de frio. Nas janelas. O calor que aqui figura é algo que apenas é sentido quando se trocado, de dentro para fora ou de fora para dentro. Ameaço o suor com o indicador, desenho um rosto feliz. Smile. Mas não sorrio, não mais. É assim quase todas as manhãs agora, quando a temperatura cai drasticamente na madrugada, quando a hora se torna mais escura antes do amanhecer. Não há pássaros cantando, buzinas, ar condicionado ou um assobio se quer. As manhãs são acordadas pela diminuta vontade pecaminosa de sair das cobertas. Falando com palavras hostis de quem não quer sair por rua abaixo, deixo aqui meu aviso de que hoje será outro dia daqueles. Me preparo, alongo, desjejuo, vejo as notícias, tomo algo quente, como algo frio, banho em vapor, roupas e mais roupas para o corpo não se esfriar, eletrônicos na mochila…

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