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Mostrando postagens de 2014

10 hábitos saudáveis de casais felizes.

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1. Vão para cama no mesmo horário
Segundo o  psiquiatra e pesquisador Mark Goulston, os casais felizes dificilmente vão dormir em horários diferentes. “Vão para cama no mesmo horário, isso faz toda a diferença na qualidade do sono e na vida sexual”. 
2. Cultivam interesses comuns
Quando a paixão diminui, é comum que os casais se dêem conta que têm poucos interesses em comum. Pensando nisso, aproveite o tempo livre de vocês para fazerem o que vocês dois apreciam muito e juntos, claro!
“Se os interesses comuns não estão presentes, os casais felizes vão encontrar alguma atividade” e recomenda também terem atividades individualmente, para que ninguém dependa de ninguém.
3. Caminham de mãos dadas ou vão um ao lado do outro
Ao invés de que um dos dois for ficando para trás porque caminha mais devagar ou se detém vendo algo, Goulston recomenda andar comodamente lado a lado, preferencialmente de mãos dadas. O companheirismo começa nas pequenas coisas do dia a dia, como este simples gesto.
4.…

Oi ex, como vai?

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Há tempos não nos falamos.

Oi ex, hoje não venho com palavras de ódio, nem te culpar por nenhum episódio, tampouco me colocar em cima de um pódio. Sim, houve um tempo. Tempo em que desejei cascas de banana na sua calçada, um bicho gordo na sua goiaba, 28 pedágios na sua estrada. Também não vim te acusar, nem te mandar se lascar, muito menos te pedir pra voltar. A mágoa foi inevitável, mas se história é imutável, talvez tenhamos que pensar num caminho alternativo viável. Vim perguntar se você está bem, se continua tendo sonhos do além, se contou dos seus medos para mais alguém. Se seu pai largou o cigarro, se você conseguiu trocar de carro, se houve algo entre a gente que não tenha ficado claro. Vim dizer que lembrei de você. Porque finalmente comi cordeiro, porque ri conversando com meu porteiro, porque nosso verão foram anos inteiros. Vim com bandeira branca, sem qualquer indício de cobrança, apenas me divertindo com algumas lembranças. Vim te contar que encontrei aquela nossa conhecida, a que…

Só sei dançar com você.

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Penso em te escrever algo, só que não vem nada de útil. Tento descrever como são meus dias percorridos pelo teu sorriso, divago só em lembrar. Ao começar a escrever me lembro do movimento que desgrenham teus cabelos. Ouço uma música para tentar seguir o clima simples, descubro o quanto não ouvi o suficiente para poder começar. Então desisto de tentar e deixo para depois.  Dessa vez não me sinto culpado por deixar algo de lado, na verdade eu apenas sei que não é hora. Me fogem palavras e capturá-las parece trabalho para profissionais, melhor esperar a tempestade passar.   Vejo você vir caminhando, devagar, como se aproveitasse do sabor da chuva para finalmente conseguir sorrir. Um sorriso automático, quase que sem querer. Você fica vermelho tentando esconder a felicidade, e isso deixa tudo mais engraçado, algo natural.    O céu começa a colorir-se novamente, um fim de tarde em campo aberto. Você aguarda a sua vez, repõe a água na garrafa, arruma novamente a mochila, e suspira. Sinal …

Maybe.

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O consolo da tua fé pode ser o bastante, apenas pode.   Não considero tão frustrante o hábito de não ter relações destemidas. Ao contrário, muito pelo contrário. Considero intrínseco e honesto não ter que abusar da própria fé só para tentar tudo novo, de novo.  Sei que você deve ser do tipo de pessoa que acredita que as pessoas não nasceram para serem sozinhas. Você deve ter razão, sua própria razão. Não corroboro desse pensamento e te direi bons motivos.   A) As pessoas são egoístas; B) As pessoas são egoístas; C) As pessoas são puta egoístas.   E daí você já julga uma revolta, de fato há revolta. De todo modo, só em você não respeitar minhas ideias de logo já és um egoísta. Esqueça essas coisas de "primeiro eu", olho pra frente e para os lados, só quando estou sozinho é que olho pro meu umbigo. Assim todos deveriam fazer.  Vai ver poderia ser que parassem de ficar defendendo candidatos ao governo como se fossem o pai ou mãe, como se defendesse o time de futebol que ele n…

Blackout

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Ser calouro não é fácil.  É uma verdade quase que absoluta.   E ser calouro em uma festa no campus é tipo um ritual, uma iniciação tímida com uma coragem desastrosa. Não tem as primeiras aulas e para alegrar os olhos da menina, levamos então a comitiva caloura para o primeiro evento oficial da região. Bem, não foi o esperado. Achávamos que seria como nos filmes, mas estava tudo desorganizado, o convite fixado no mural adormecido dizia 18 horas, eram quase 20 e ainda montavam o som. Aos poucos as pessoas começaram a chegar, a música a tocar e tudo ficava mais escuro. Blackout era o nome da festa, no bloco das ciências humanas, o famoso bloco hippie da universidade. E como tinha brincado no meio do caminho, repeti para os colegas a mesma "Festa estranha com gente esquisita, eu não tô legal", eu estava legal, só fiquei receoso. Por favor não me julgue por ser calouro, ainda não tive muitas experiencias e desse tipo então, melhor nem comentar.  Estávamos em cinco, um número at…

6 lições para entender que você não precisa ser rico para viajar.

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O que você precisa é fazer alguns ajustes nos seus hábitos de vida e entender algumas coisas…

Uma amiga chegou esses dias com uma ótima notícia: ela e o marido irão passar 7 meses na Alemanha, sendo que essa é a primeira vez que ela faz uma viagem internacional. Por ser uma professora do pré primário, o marido um estudante de doutorado e por terem comprado um apartamento em São Paulo há menos de um ano, muitos se espantam quando ela conta essa novidade. Afinal, como ela conseguiu dinheiro para viajar? Na verdade essa notícia não me surpreendeu. A Luíza sempre foi organizada com seu dinheiro e muitas vezes atuou como minha consultora de economias. Para mim, ela é só mais uma prova de que você não precisa ser rico para viajar. Você precisa ter algum dinheiro, claro. Mas principalmente fazer alguns ajustes nos seus hábitos de vida e entender algumas coisas. Vou explicar melhor:


1. Viajar não precisa ser luxuoso. Muita gente ainda tem aquela concepção de que viajar é ficar num super hotel na…

M. View

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Engraçado que hoje eu vejo que ainda assim é o mesmo cálculo, 1+1=3. Você lembra do dia que te contei a teoria da vida onde um mais um é igual a nós dois mais um sonho?Lembre, é tipo assim, eu sou um sonho, você é outro, sonhos não se subtraem, não multiplicam ou dividem, apenas somam, e sonhos quando somados eles somarão sempre um a mais.
Ex: 1 (eu)+ 1 (você) = 3 (eu+você+ x),       sendo x = +1 sonho
Entendeu?  Hum... um dia você irá entender, ou ao menos parar de rir da minha matemática de querer o teu bem. Um dia você verá que sou mais daquilo que você zomba, daquilo que teus acusadores apontam, daquilo que fujo por ter medo de te encarar. Sobra a física pra dizer que mesmo você me odiando, mesmo assim eu ainda gosto de você. Dessa matemática eu não consigo teorizar, não tenho como ver em holograma mental trigonométrico, binário,  liquefeito tentar. Talvez o erro seja esse, ter sempre um cálculo pré pronto, montado nas vias da razão, pormenorizado em X e Y. onde X é o sonho e, talvez, …

Parabéns!

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Era apenas outro dia, um desses nublados com temperatura desarmônica. Nada aguardava entre as linhas das quais já visionava em previsível... até aquela metade da manhã. Sim, era o meu aniversário, e eu não sou desses de ficar vibrando em comemoração, ou demasiado deprimido em expectativas, em verdade não é nada demais. Vai ver seja por não gostar de comemorações forçadas, vai ver seja por não ter emoções a serem refletidas, vai ver eu nunca vi razão. O atendimento fora feito como o padrão, mas tinha algo diferente nela, tinha algo de genial. A negra com cabelos rastafári entrou na loja, com camisa azul já-usei-bastante e um emblema bordado na altura do peito, fora bem designada aos comandos da tradição, e no micro espaço da conversa casual, ela me deu o melhor presente que alguém pode receber no dia de seu aniversário. A surpresa foi imediata, não por ser um esteriótipo distante do previsto, mas foi porque a atitude surgiu surreal, não consegui calcular aquelas palavras, aquilo tudo qu…

Extraordinário

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August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.
A) Opinião sobre a história?
Histórias sobre superação podemos encontrar todos dias, princi…

A estrada da noite

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Uma lenda do rock pesado, o cinqüentão Judas Coyne coleciona objetos macabros: um livro de receitas para canibais, uma confissão de uma bruxa de 300 anos atrás, um laço usado num enforcamento, uma fita com cenas reais de assassinato. Por isso, quando fica sabendo de um estranho leilão na internet, ele não pensa duas vezes antes de fazer uma oferta. "Vou ´vender´ o fantasma do meu padrasto pelo lance mais alto..." Por 1.000 dólares, o roqueiro se torna o feliz proprietário do paletó de um morto, supostamente assombrado pelo espírito do antigo dono. Sempre às voltas com seus próprios fantasmas - o pai violento, as mulheres que usou e descartou, os colegas de banda que traiu -, Jude não tem medo de encarar mais um. Mas tudo muda quando o paletó finalmente é entregue na sua casa, numa caixa preta em forma de coração. Desta vez, não se trata de uma curiosidade inofensiva nem de um fantasma imaginário. Sua presença é real e ameaçadora. O espírito parece estar em todos os lugares, à es…

Private

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Jack Morgan é dono da Private, a melhor agência de investigações que existe, com escritórios em vários cantos do planeta. É a ele que os homens e as mulheres mais influentes do mundo recorrem quando precisam de total eficiência e máxima discrição. A agência é o único recurso quando a polícia não pode fazer mais nada.  Enquanto Jack e sua equipe investigam o assassinato de 13 garotas, surgem dois outros casos, bem mais pessoais. Fred, tio de Jack, procura-o pedindo ajuda com um escândalo financeiro que pode destruir a liga profissional de futebol americano. E a esposa do melhor amigo de Jack, Andy Cushman, é encontrada morta.  Com a Private, nenhum caso fica sem solução. Os três mistérios parecem insolúveis, mas Jack conta com os melhores investigadores e com o que há de mais avançado em tecnologia – recursos que, muitas vezes, não estão à disposição da polícia. Além disso, a agência não responde a instituições oficiais, portanto, nem sempre precisa jogar de acordo com as regras.
A) Opini…

Deixa alguém gostar de você, caralho.

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Você pode ser a pessoa mais forte do mundo. Você pode ser a pessoa que melhor sabe se virar sem ninguém, mais independente, mais cheia de experiência, mas você nunca, nunca será alguém que ninguém possa te ajudar a ser melhor. Às vezes a gente cria uma casca de certeza e com isso nos blindamos do resto do mundo. Há quem faça isso pelo trauma de alguma decepção, há quem faça isso por medo de recomeçar e há quem faça simplesmente por pensar que não precisa de ninguém.
Uma coisa é depender de alguém, outra é precisar.
Você não deve pensar que a sua felicidade depende de outra. Não deve pensar que só vai conseguir ser feliz se tiver alguém pra te acompanhar. Você sempre será sua melhor companhia, você dorme e acorda com a cabeça no próprio travesseiro, você nasceu e vai morar num caixão sem ninguém. Você é o único representante das suas vontades nesse mundo. Mas você não é alguém que outro alguém não possa melhorar.
E você não precisa se obrigar a aceitar que alguém entre na sua vida. Mas bem q…

Por onde andam as pessoas interessantes?

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Depois que terminei meu namoro, senti que as coisas deram a devida reviravolta que eu tanto proclamava. De 4 a 6 semanas foi o suficiente pra poeira baixar e chegar ao limbo. O limbo é aquele lugar calmo, não muito raro, que todo mundo tem dentro de si. Um sótão que não é escuro, não abriga histórias de terror, não tem nada a ver com os filmes. Passei um bom tempo lá e confesso que tava até feliz por não ter que me distrair com ninguém a não ser eu. Depois de todo fim a gente precisa de um tempo pra cuidar da gente, botar a cabeça no lugar, sair por aí pegando uma infinidade de gente – papo chato de autoafirmação, aposto que você me entende. E depois de tudo isso, a gente para lá no limbo pra tomar uma cerveja. De uns meses pra cá eu senti nada. Sentia nada, nadinha. Nem por uma, nem por dez das pessoas que jantaram comigo – e não é exagero, foram dez mesmo. Mexicano, japonês, italiano, comida no parque, jantar na casa dela, McDonald’s no shopping, rodízio de pizza, crepe na Voluntário…

Por Graciliano Ramos:

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"Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer."

Isso é para você.

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Para você ganhar belíssimo Ano Novo... Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar de arrependimento pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, Eu sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo dorme e espera desde sempre.
Autor Desconhecido
E como fonte de inspiração: <Isso é para você>

Nesta vida temos duas obrigações: aprender e ser feliz.

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E você, já sorriu hoje?
 Ainda não?
 Vem ser feliz também!
 É tão fácil ser feliz.
 Calma, ser feliz não é ser rico, ter status ou aquilo que você sempre desejou.
 Isso se chama metas da vida.
 Ser feliz é outra coisa.
 Você pode ser feliz e nem saber.
 Tem gente que chama felicidade de amor, de aventura, de jogar tudo para o alto e seguir em frente.
 Feliz é aquela pessoa que sorri porque está bem.
 Consigo, contigo, com todos.
 Com lágrimas, com raiva, com afeto.
 Com todo os sentimentos que o ser humano pode ter.
 Ser feliz é estar feliz em qualquer hora ou lugar.
 Porque quando a alegria atinge o peito...
 Aahh.... quando ela atinge o peito, ela fica.
 Não vai embora tão facilmente.
 A felicidade aluga o coração e deixa as contas para a razão.
 A felicidade é algo que criamos para dar nome as situações.
 E você, já sorriu hoje?
 Ainda não?
 Vou te dar umas dicas, ou melhor, vão te mostrar como fazer isso.
 Porque a felicidade sempre é compartilhada.
 É automático. É genial.

A carta.

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Para ler ao som da faixa 13. 
Apressado.   O ônibus das doze e trinta e cinco já estava vindo, já conhecia, consegui vê-lo no ponto seguinte. Eu já estava atrasado.  O carteiro ao virar a esquina cumprimenta-me com um sorriso. Cartas. Agradeço apressadamente e aquele monte de envelopes são abraçados pelos cadernos e anotações da minha mochila.  Atravesso a rua em correria, não posso perder este. Ao subir, ônibus lotado, mal dá para se segurar sem ouvir lamentações alheias. 
 É mais um dia de luta para conseguir chegar lá. Acordo. De tão cansado e não acostumado mais a perder noites pelo próprio pensamento, dou conta que cochilei. Verifico o ambiente, e não há nada para ler. Os passageiros são ligeiramente os mesmos, são estudantes e trabalhadores que vão para a parte alta da cidade, longe da praia, do movimento, do comum.  Me esgueirando consigo saltar no meu ponto sem perder a sincronia. O ônibus segue, eu fico.   Corro diretamente para o meu bloco, atravesso o pátio sem admirar as árvores,…