Sabido

Não adianta comover multidões com algo que não vem de tua autoria. É desonesto, é covarde, é plágio. Então, de certo vamos nos apegar ao talento nato de cada qual, ou pelo menos algo que te faça parar de copiar outras pessoas.
Eu, escritor emergente de si, atento as palavras e estudioso do universo externo, dou-te uma dica: faça aquilo que gosta. Muitas vezes é nisto que você desenvolverá melhor teu potencial, seja profissional, amador e/ou artístico.
No meu caso, pequeno por sinal, gosto de contar histórias. Às vezes histórias não tão espetaculares, ou que façam sentido natural, histórias e estórias. De acordo com a Teoria do Significado, a palavra deve representar o absoluto sentido a ser captado pelo ouvinte, leitor ou visualizador. Eu me pergunto sempre se eu conto estórias ou histórias, já que uma é verídica e comprovada cientificamente e outra é mero devaneio.
Se se crio um universo perfeito, tal como Tolkien, eu conto uma história ou estória? Qual o universo de comparação já que todos os personagens, lugares, animais e coisas são concretos naquele mundo? A construção daquele mundo é incrível, bem como Nárnia e tantos outros universos paralelos. Para mim são todos eventos verídicos, pois há fundamentação sobre tudo, leis do universo, psicologia, humanização e climas. Todo leitor é um historiador, ele vive junto ao protagonista, aventura-se, ri, chora, sente raiva e pena. Em nossa mente é real, tudo aquilo é real nem que seja por segundos de leitura, às vezes até mais.
Pouco me importa se é verídico ou não, contanto que adicione algo à minha vida, um ensinamento, um conhecimento, um passatempo.
Sou um contador de histórias, cada uma mais vívida que a outra, e todas concretas na imaginação. Pode até não fazer sentido, tal como: se só existiam Adão e Eva, por que o jardim era do Éden?

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