segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Delírios



O sono toma parte do meu eu e dentre esta e outras vontades, acabo por perecer a vontade sonhar. Sonhar é belo.
Não conheço outra forma de se ter felicidade, a não ser em um sonho. Não é difícil encontrar a felicidade, basta-se criá-la, mas o sonho é tão prático e singelo que se tona um vicio. Vício este que recebo em braços másculos e peludos com doçura de um bebê. Em um sonho tudo pode acontecer, principalmente a felicidade e a alegria.
Faz-se mister que o sonho deriva do subconciente ativo de forma a exploração conseqüente de uma possibilidade  absoluta e passível de atividade, não obstando a imperfeição, mas adquirindo uma congruência multiforme de várias e várias decadências de perspectiva unilateral de caráter pessoal e singular, observando o desejo e anseios do mundo moderno.

Tem horas que o sonho é tão filho da puta que teu sub ou super consciente te dá o melhor do mundo e no fim você acorda querendo dormir novamente e continuar o sonho, mas óbvio que você não pode e o sonho te sacaneia e você acaba não tendo seu pequeno momento de perfeição.
Outra vez se perfaz que o sonho está nem tão bom e nem tão ruim, mas faz com o que te deseja sonhar mais e mais. Porém tu acordas e percebe que não muito se passou e volta a dormir. Estes sonhos são os piores pois tu sonhas muito e várias coisas acontecem e no fim pouco tu dormistes e o que dá mais raiva, é justamente os 20 minutos que tu dormistes no almoço. Se dormes a noite inteira, tipo 9 horas seguidas e não sonhas, 20 minutos no almoços e dominas i mundo é de muito a se questionar: Mas quê?




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